Comentários da Lição 10 (1o Trim/2018) por Pr Sérgio Monteiro e amigos

9 de Março de 2018

A Função da Mordomia Cristã

Vamberto Junior – Mestre em Teologia com ênfase em Interpretação e Ensino da Bíblia pelo SALT-IAENE. Pastor do Distrito de Paripe em Salvador-BA, na Associação Bahia.

Quem já é adventista há muito tempo deve se lembrar que havia uma associação limitada, muito devido a ênfase é verdade, de mordomia com dízimos e ofertas. Tanto é que muitos se esquivavam das semanas de oração com foco em tal aspecto do discipulado cristão. Mas será que é só isso?

Vamos começar por uma definição do que seria a Mordomia, definição dada pelo Pr. Maxson que já liderou este departamento na Associação Geral:

“Mordomia é um estilo de vida, de alguém que aceita o senhorio de Cristo, caminha em parceria com Deus e vive como um agente de Deus para gerenciar as coisas dEle na Terra”. Bem Maxson, Mordomia Pastoral: explorando a mordomia como discipulado, Apostila, p.07

Segundo essa definição mordomia tem a ver com o reconhecimento de posse de Cristo e Seu legítimo  direito sobre tudo, Ele é Dono, Ele é Senhor; bem como, a aplicação dessa verdade em cada área de nossa vida.

Sabedores disso vamos ver três pontos especiais da lição desta semana: Mordomia como doutrina Cristocêntrica; Mordomia como apoio a Missão de Deus, e, Mordomia como expressão de Santidade. (obs. A primeira parte receberá volume maior de informação seguindo a tendência do próprio estudo desta semana).

  1. MORDOMIA COMO DOUTRINA CRISTOCÊNTRICA

Dois pontos a serem realçados nesta seção – A primazia e Soberania de Cristo como fator motivador para nossa mordomia como visto em Cl 1:13-20 e os papeis de Cristo como Ele os desempenhou e desempenha no Santuário como centro de nossa compreensão doutrinária e foco de nossa mordomia.

O texto de Colossesnses 1:13-20 é de grande ajuda em nossa compreensão deste tema, pois ele afirma várias coisas sobre Cristo após falar que Deus o Pai nos livrou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor:

1.Temos a redenção, remissão de pecados; 2. Imagem do Deus invisível; 3. Primogênito de toda criação; 4. Criador das coisas visíveis e invisíveis; 5. Ele é antes de todas as coisas; 6. Nele tudo subsiste; 7. Ele é o cabeça do corpo que é a igreja; 8. É o princípio; 9. Primogênito dos mortos; 10. Nele reside toda a plenitude (comparando com Cl 2:9 entendemos que habita Nele toda a plenitude da divindade); 11. Fez a paz com Seu sangue; 12. Reconciliou consigo mesmo todas as coisas na terra e nos céus.

Segundo F.F. Bruce os versos 15-20 são estrofes de um antigo hino cristão: “Estes seis versos são arranjados em uma forma de prosa ritmada que é encontrada muito cedo na hinódia cristã. A repetição de palavras-chave ou frases indica o arranjo estrófico. Parece haver duas estrofes principais, (1) vv. 15-16 e (3) vv. 18b-20, com a transição entre elas fornecida por (2) vv. 17-18a. Cada estrofe começa com “Ele é” (lit., “quem é”) e exibe as palavras-chave “primogênito”, “porque nele”, “através dele” e “todas as coisas”. As linhas de transição começam e terminam com “Ele realmente é” ou “Ele também” (idêntico em grego), o primeiro que resume a estrofe anterior, o último apresentando a seguinte estrofe.”[1]

Segundo o supracitado autor tal arranjo traz as seguintes ênfases: 1ª estrofe – Cristo como Agente na Criação; 2ª estrofe – Cristo como Agente na Reconciliação, e a transição – Cristo como Senhor do Universo e Cabeça da igreja. Ou seja, Cristo como Soberano Rei e Senhor.

Algumas ponderações precisam ser feitas para a correta compreensão deste texto:

  1. Imagem do Deus invisível –“Dizer que Cristo é a imagem de Deus é dizer que nele a natureza e o ser de Deus foram perfeitamente revelados – que nele o invisível tornou-se visível.” (Bruce, p. 57-58).
  2. Primogênito de toda a criação[2]– “nem tudo que reluz é ouro” já diz um ditado, alguns apressadamente julgam que aqui se está realçando o aspecto criado do Filho – o primeiro gerado pelo Pai, mas tal ideia entra em contraste com a primeira estrofe (vv. 15-16) que o apresenta como Criador (Atributo pertencente a Deus somente, ver Is; 17:7; 40:25-28; 43:15; 45:8-18; 51:13; 54:5; Jó 35:10, etc.). Pois bem, Primogenitura além de indicar o primeiro nascido também aponta para alguém que não nasceu em primeiro lugar, mas que recebe a honra e os direitos como se assim o fosse. Esse é o caso Davi em Sl 89:20-27, especialmente o v. 27 que diz –

“Fá-lo-ei, por isso, meu primogênito, o mais elevado entre os reis da terra”; em 1Sm 16 diz que Davi era o caçula de vários irmãos (1Sm 16:11) e não o primeiro nascido ou gerado. Caso semelhante é visto em Jr 31:9 onde o Senhor Deus chama Efraim de primogênito sendo que ele era o irmão mais moço de Manassés (Gn 48:13-20).  O que que estas passagens estão focalizando é o fato de que aqui está alguém que tem o status, dignidade, prerrogativas, autoridade, que pertencem ao prototokos (primogênito). A palavra grega é prototokos. É uma palavra composta protos (primeiro), e tiktw (gerar, nascer). Como Prototokos vem do protos e tiktw, literalmente prototokos significa “primogênito”.

Com esta visão o Comentário Adventista diz: “Parece melhor portanto, considerar prototokos como uma expressão figurada descrevendo Jesus Cristo como o primeiro em hierarquia, figura esta que é emprestada da dignidade e posição ocupada pelo primogênito numa família humana, ou, mais precisamente, o primogênito numa família real. A posição de Cristo é única, autoritária e absoluta. Ele foi confiado com todas as prerrogativas e autoridade no céu e na terra. Paulo enfatiza a posição de Cristo porque ele busca encontrar os argumentos dos falsos professores, que declararam que Cristo foi criado e que negavam Sua supremacia.”[3]

  1. Primogênito dos mortos – Jesus Cristo não foi o primeiro a morrer então o que isso significa?O International Critical Commentary, comenta Col. 1:18: “‘Prototokos’ sugere que outros nekroi o seguem. Ele não foi o primeiro no tempo (cronologicamente). Ele foi o primeiro que tornou possível a outros o seguirem. Ele foi o Principal, e o Primeiro Exemplo, e a Sua ressurreição é o Seu título para liderar a Igreja.”[4]

E também Ben Witherington: “A segunda estrofe começa no v. 18c e fala de Cristo como o início (em vez de “fonte” como uma tradução para archē) da ressurreição do reino dos mortos. ‘Ambos termos‘cabeça’‘principal’ e ‘primogênito’ tinham duas conotações ligadas: a primazia no sentido temporal e o primado com referência à autoridade ou à soberania.’ Cristo prevalece sobre toda a criação e sobre tudo na recriação. Ele é o primeiro em ambos os reinos. O resto deste versículo é outro exemplo de redundância asiática: “para que ele mesmo seja preeminente em todas as coisas”.[5]

Então “primogênito dos mortos” destaca o papel de Cristo como Primícias dos mortos crentes que serão ressuscitados (1Co 15:20-23), sendo a ressurreição e possibilitando-a; Aquele que inaugura a era da ressurreição escatológica, o Soberano da igreja, dos regenerados.

Esse texto nos mostra que pertencemos a Cristo de duas maneiras – pela criação e pela redenção. Dessa forma tudo que temos e somos pertence a Ele, Ele rege Soberanamente e para nosso bem, diga-se de passagem (ver Rm 8:28), a nossa vida, se um dia a entregamos a Ele. Ele nos resgatou com Seu sangue, livrou-nos da condenação da morte eterna; nos Reconciliou com Ele; é Rei. Nossa atitude deve ser de louvor, adoração, entrega e submissão.

O Santuário apresenta algumas verdades especiais para nossa Salvação: 1.Redenção – Cristo é o cordeiro substituto que através de sua morte faz expiação e propiciação por nós.[6] Ou seja, Seu sacrifício nos livra da culpa e da condenação e nos reconcilia com Deus satisfazendo a justiça e a ira divinas; 2. Ministração Sumo-Sacerdotal de Jesus – Cristo age em nosso favor no Santuário Celeste aplicando os benefícios de Sua morte em nós e intercedendo por nós; 3. Juízo – no Santíssimo do Santuário do céu há a Lei de Deus e somos julgados por este padrão, afinal quando Cristo vier já trará o galardão (Ap 22:12); 4. Santo Proceder – Já que estamos sendo julgados devemos viver de acordo com o padrão divino, o bom é que temos auxílio divino para isso (Is 26:12), já fomos salvos por Cristo, declarados inocentes (precisamos permanecer em Cristo – Mt 24:13; Jo 15:4-7; Ap 2:10) e o Espírito Santo atua em nós para nossa santificação, nos moldando à semelhança do caráter de Cristo. Tal conhecimento deve nos encher de alegria, esperança e anseio de santidade.

Esses dois pontos nos advertem sobre a importância das doutrinas serem centralizadas em Jesus e serem corretas, pois o ensino correto pode nos levar às práticas corretas, mas o ensino errado nos levará fatalmente à práticas errôneas.

  1. MORDOMIA COMO APOIO A MISSÃO DE DEUS

Esse Cristo/Messias que é Deus tem uma missão e antes de voltar aos Céus dividiu com seus discípulos esta missão (Mt. 28:19-20; Mc 16:15-16; At 1:8). Esta Missão deve impulsionar cada crente em Cristo a falar de Seu amor conforme apresentado nas três mensagens angélicas de Ap 14:6-12.

Em Ap 14 nós temos o cordeiro e seu povo; no fim do capítulo 13 a impressão que se tem é que o Dragão e sua trupe serão os vencedores finais, mas não é assim; logo no início do cap. 14 (1-5) tem-se um vislumbre dos vencedores ( o número 144.000 como símbolo de todos os salvos) em pé no monte Sião incólumes, passaram por todo sofrimento e graças ao sangue do Cordeiro saíram vencedores (logo no cap. 12 a mulher/igreja é apresentada usando uma coroa (stephanos) – é a coroa de louro de vitória nas antigas olimpíadas, Deus mostra que apesar do dragão ter atrapalhado Seu ideal de felicidade, ainda assim Ele e Seu povo serão os vencedores).

  1. Os Seguidores do Cordeiro

Desde o capítulo 12 Deus mostra quem são os Seus servos e como identificá-los, eis algumas características delineadas aqui: 1. Guardam os mandamentos de Deus (12:17; 14:12); 2. Têm e anunciam o Evangelho eterno (14:6); 3. Possuem uma mensagem que alcança o mundo todo (14:6); 4. Adoram a Deus como o Criador (14:7); 5. Anunciam o tempo do Juízo de Deus (14:7); 6. São pacientes esperando o Retorno do Cordeiro, mesmo passando por agressões por parte do dragão e sua equipe (14:12); 7.  São Justificados pela fé em Jesus; 8. Apareceram depois da época do deserto (538 – 1798d. C.).  Esses são os seguidores do cordeiro – em primeiro lugar eles colocaram o cordeiro como o ser mais importante de suas vidas e depois eles fazem parte do povo de Deus e mantém as características acima. Você gostaria de ser um destes?

  1. A Propaganda do Cordeiro

O Cordeiro também tem ações globais que divulgam seus feitos, promulgam esperança aos seus discípulos e mostram um fim triste para os inimigos, essa propaganda dá duas coisas aos seus servos:

  1. 1. A certeza da vitória

B.1a. Pelo Juízo Anunciado – Nos versos 6 e 7 de Apoc. 14 há um convite mundial para que as pessoas Aceitem a Jesus como Salvador, Temam a Deus, já que é chegado o Juízo (nele o povo de Deus será declarado vencedor, pelo sangue do cordeiro, e o dragão imponente, e as bestas poderosas serão declarados culpados e condenados, junto com seus seguidores); e adorem o Criador de tudo que existe.

  1. 1b. Pelo Juízo Delineado (apoc. 14:8) – A queda de Babilônia é uma certeza da vitória – as partes estão dispostas – Babilônia cai e logo o povo de Deus vence. “Babilônia representa todas as tentativas humanas para prover o caminho da salvação, todos aqueles planos e programas que, porque construídos somente sobre a razão e engenho humanos, tentam frustrar o plano divino para o mundo.”

B.1c. Pelo Juízo Descrito (Apoc. 14:9-12) – Depois de anunciado e delineado, agora temos a descrição do que vai ocorrer – a destruição dos adoradores da besta, sua imagem e dos que receberam a marca com o nome da besta (uma identificação simbólica de lealdade); por outro lado tem-se o Cordeiro, e seus seguidores vencedores, apenas observando o desfecho do conflito.

  1. 2. Um Final Glorioso

As três mensagens angélicas são a última advertência de Deus a este mundo caído, enquanto o trio do mal está a ameaçar e fazer sinais, os seguidores do Cordeiro anunciam a mensagem de misericórdia e juízo, logo após este período de anúncio vem  a execução ( que neste capítulo termina com a volta de Jesus tendo feito o recolhimento dos justos e junção dos ímpios para destruição).

  1. 2a. Colheita dos justos (14-16)

Depois das advertências e do juízo, Jesus (o Cordeiro) voltará e resgatará Seu povo sofrido, perseguido e o levará para um lugar de descanso.

  1. 2b. Colheita dos ímpios (17-20)

Enquanto os salvos são levados para um bom local, os perdidos são deixados a sofrerem o mal que planejavam infligir aos filhos de Deus – morte, ainda não é a pena descrita na terceira mensagem angélica, mas mostra o que acontece com quem escolhe o lado errado neste conflito.[7]

Tal empreitada “publicitária” é realizada tanto individualmente quanto em conjunto e requer dos seguidores do Senhor Jesus um compromisso permanente de entrega, compromisso e disposição, afinal como expressou Charles Spurgeon: “Todo cristão é um missionário ou é um impostor”.

Ellen White na lição de quarta diz sobre isso: “Em sentido especial os adventistas do sétimo dia foram postos no mundo como vigias e portadores de luz. A eles foi confiada a última mensagem de advertência a um mundo a perecer. Sobre eles incidiu a maravilhosa luz da Palavra de Deus. Foram incumbidos de uma obra da mais solene importância: a proclamação da primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Nenhuma obra há de tão grande importância. Eles não devem permitir que nenhuma outra coisa lhes absorva a atenção. (Testemunhos para a Igreja, v.9, p. 19).

III. MORDOMIA COMO EXPRESSÃO DE SANTIDADE

Você gostaria de ser santo? Ei espere aí, você sabe o que é um santo? Uma pessoa santa é aquela separada para Deus, é alguém que tem dedicação exclusiva à Deus, ou seja – não se contamina com as coisas que entristecem a Deus, alguém que se envolve com a santa tarefa de anunciar o evangelho (ver I Ped. 2:5).

Ser santo envolve respeitar os lugares onde se reúnem o povo de Deus, porque Deus, que é Santo de uma maneira absoluta, está ali; envolve agir diariamente tendo como base os princípios bíblicos, já que, o Espírito Santo faz do cristão o Seu templo.

Holbrook diz que a santificação na Bíblia é vista de duas perspectivas: 1. Santificação como posição perante Deus (Deus no separou do mundo e nos trouxe para perto dele [Cl 1:13], tal evento está no passado e neste sentido os que estão em Cristo já foram santificados); 2. Santificação como processo ou crescimento (é vista como a separação particular e diária do pecado, o apego a tudo que é bom e santo e a rejeição a tudo quanto é mau, após o batismo do crente, tal processo está acontecendo, os crentes estão sendo santificados).[8] Deste último sentido é que estamos falando aqui.

Tendo em vista estes pontos devemos aplicá-los a nossa vida.

O resultado do recebimento da graça divina aliado ao entendimento da Soberania de Cristo é uma vivência onde cada aspecto da vida é afetado por estas verdades. Não existe nenhuma área que não deva estar sob o domínio bendito e santo de Jesus.

La Rondelle fala de nossas obrigações na santificação: “Qual é a nossa parte na santificação? É pela fé somente ou pela fé e as obras? É pela fé que opera! Jesus nos diz em João 15:4, 5: “Permanecei em Mim, e Eu permanecerei em vós. (…) Porque sem Mim nada podeis fazer.”(v. 7, 8): “Se permanecerdes em Mim, e as Minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado Meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis Meus discípulos.”

Como podemos habitar ou estar em Cristo, isto é, seguir a Cristo? Pela mesma maneira como nos unimos a Ele no princípio, pela fé viva, fé genuína, que abraça a Cristo. Se estivermos unidos a Cristo Ele nos protegerá. Ele nos vai dar alimento espiritual, Ele vai produzir os frutos do Espírito Santo em nós.

Quero ler a vocês de Ciência do Bom Viver, pág. 182, um pensamento maravilhoso. “Coisa alguma é aparentemente mais desamparada, e na realidade mais invencível, do que a alma que sente o seu nada e que descansa inteiramente nos méritos do Salvador. Pela oração e pelo estudo da Sua palavra, pela fé em Sua constante presença, o mais fraco dos seres humanos pode viver em contato com o Cristo vivo, e Ele o segurará com mão que nunca o soltará.”

Qual é a nossa parte? Três coisas apenas são mencionadas aqui: Oração, estudo da Sua palavra e fé em Sua constante presença.” (Hans K. LaRondelle, Justificação, santificação e glorificação, Apostila, IAE, 1979, 53 e 54)

Buscando a Cristo (como decorrência de Sua busca por nós em primeiro lugar) e vivendo conforme Ele nos ensina estaremos nos assemelhando a Ele. A mordomia cristã é uma expressão da santidade, é o efeito da graça operando em nós e envolvendo todo o nosso ser e todas as nossas posses e atividades.

Caro leitor aproveite a chance e aceite a graça maravilhosa de Jesus que nos purifica de todo e qualquer pecado (1Jo 1:9);  se envolva com a Missão desse Salvador e decida permitir a atuação constante do Espírito Santo para que você viva em harmonia com Deus e Seus ensinos.

 

[1]. F. Bruce, The Epistles to the Colossians, to Philemon, and to the Ephesians, The New International Commentary on the New Testament. Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans Publishing Co., 1984, p. 55–56.

[2]Argumentação baseada em Demóstenes Neves, Apostila de Cristologia, Salt-IAENE, s.d., p. 41-44.

[3]Francis D. Nichol, org., The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7. Review and Herald Publishing Association, 1980, p. 191.

[4]Citado em Demóstenes, p. 44.

[5]Ben Witherington III, The letters to Philemon, the Colossians, and the Ephesians: a socio-rhetorical commentary on the captivity Epistles. Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans Publishing Co., 2007, p. 135.

[6]Um bom livro sobre esse assunto de expiação, propiciação, ira, culpa, salvação é Emilson dos Reis, A ira de Deus no mundo dos homens: a outra face do amor divino. Tatuí,SP: Casa Publicadora Brasileira, 2017. Especialmente o capítulo 3, dele eu tirei essas percepções.

[7]Esta seção é baseada em Willian. Johnsson “The Saints’ End-Time Victory Over the Forces o Evil,” no volume 7 dos relatórios da Comissão de Daniel e Apocalipse, Simpósio em Apocalipse – Livro II,  resumo  em português preparado por João Antônio R. Alves; Apostila de Introdução ao Apocalipse de João Antônio Rodrigues Alves, e Norman Gulley, “Terror Global: o Apocalipse 13 à luz do 11 de setembro”, em “O Futuro: a visão adventista dos últimos acontecimentos”, editores, Alberto Timm, Amin Rodor e Vanderlei Dorneles.

[8]Frank Holbrook, O Sacerdócio expiatório de Jesus Cristo. Tatuí,SP: Casa Publicadora Brasileira, 2002, p. 230, 231.