Meditação diária de 07/03/2018 por Flávio Reti

7 de março de 2018

07 de Março
Os Golfinhos (Delphinus delphis)

Apocalipse 14:7   “… e adorai aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas”

Os Golfinhos são mamíferos e não peixes. Eles são animais de sangue quente como o homem e são animais sociáveis, tanto com os humanos como com outros animais e entre eles. Existem 37 espécies conhecidas de golfinhos entre os de água salgada e doce. O bebê golfinho nasce apontando primeiro o rabo e irá mamar até 4 anos de vida. Ao nascer mede 90 centímetros e quando adulto chega a 2 metros de comprimento. Normalmente são afáveis e brincalhões e os golfinhos parecem gostar de companhia humana. Alguns são mais arredios. Há casos raros de agressividade, normalmente quando são provocados. O golfinho tem uma única narina no alto do crânio. Através dela, ele pode renovar 90% do volume de ar cada vez que inspira (no homem, a renovação é de 15%). Num único mergulho, o golfinho é capaz de submergir por 20 minutos e até 300 metros de profundidade. Embora sejam gorduchos, os golfinhos conseguem nadar a velocidades de até 40 Km/h, graças a um efeito aerodinâmico que eles alcançam contraindo a pele e formando dobras que diminuem as turbulências. Como a pele do ser humano, a pele dos golfinhos têm muitos nervos que explicam por que eles são dóceis e gostam de ser acariciados. A pele do golfinho também é extremamente delicada e facilmente se fere através de superfícies ásperas. Pode ser cortado por uma unha afiada, mas tende a curar depressa. Um macho adulto, em cativeiro, devora cerca e 160 Km de peixe por dia, mas a média e de 79 Kg para os machos, 63 Kg para as fêmeas e 16 Kg para os bebês. Os golfinhos não dormem como nós, eles são capazes de “desligar” uma parte do cérebro por minutos ao longo do dia. Os cidadãos da Grécia Antiga adoravam os golfinhos como Deuses, e mantinham um santuário do que eles consideravam ser o Deus Golfinho. Eles achavam que os golfinhos eram mensageiros dos Deuses. A Roma Antiga contava histórias de meninos que montavam nos golfinhos, o que é provavelmente verdade. Mas adorar golfinhos como Deuses, era o que faltava na minha cultura geral. E não é assim que fazem muitas pessoas? Adoram qualquer coisa, exceto nosso DEUS e depois ficam lamentando que a vida nunca lhes sorri. Cabe a nós sermos racionais e não menos que os animais. Como pode uma criatura inteligente adorar um animal irracional? Pense, criatura!