Meditação diária de 14/04/2018 por Flávio Reti

14 de Abril de 2018

14 de abril

O órix (Oryx gazela)

Apocalipse 2:17   “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, darei do maná escondido e lhe darei uma pedra branca e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece, senão aquele que o recebe”

Órix é um grande antílope africano também chamado de guelengue do deserto. É um animal que se alimenta de ervas, é ruminante e bebe água quando encontra, e se não encontrar passa até longos períodos sem beber. Vive sempre em manadas e todos tem chifres longos curvados para trás que medem até 1.2 metros e possuem cascos largos, semelhante ao casco do cavalo para facilitar a caminhada pelo deserto. É um animal que está às bordas da extinção por causa da caça desenfreada e a competição com a criação do gado doméstico, mais manso, mais produtivo e mais apreciado no comércio. Hoje, eles existem em número reduzido e só em áreas de proteção ambiental. Seus chifres, que representam sua elegância, são o maior facilitador para sua apreensão e extinção. Laçar pelos chifres, ou segurar pelos chifres é muito fácil para os homens predadores e que sabem jogar o laço. Todos eles possuem uma braçadeira de pelos negros nas patas, logo acima dos joelhos, e uma faixa negra na barriga, na cauda e na cara.

É um animal marcado por faixas negras pelo corpo. Isso me faz lembrar de quando Cain matou seu irmão Abel, no início da civilização fora do Éden, Deus pôs uma marca em Cain (Gen.4:15).

Todos nós temos alguma coisa que nos distinguem dos demais. Aliás, Deus a todos criou diferentes um do outro. A beleza da criação está na diversidade de seres criados. Todos temos cabeça, tronco e membros, olhos, nariz, boca, ouvidos, mas em nenhum caso somos iguais. Isso quer nos dizer que para Deus cada um é único, tem a sua personalidade, a sua individualidade e logicamente sua responsabilidade diante de Deus e dos homens. Às vezes, especialmente as mulheres, ao olhar no espelho, elas se acham feias, defeituosas e gostariam de ser diferentes, mas não há como mudar. Somos o que somos porque fomos criados assim. Faremos bem em aceitar o plano de Deus e agradecer por sermos únicos no universo. Talvez eu não seja aqui conhecido de todos, mas um dia minha fisionomia será minha marca própria para toda a eternidade e todos me conhecerão pelo novo nome que me será dado por ocasião da volta de Jesus.