Meditação diária de 29/12/2017 por Flávio Reti

29 de dezembro de 2017

biologia

29 de Dezembro
Dia das diversidades biológicas

Atos 17:26   “E de um só fez todas as raças dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação”

Diversidade biológica é vocabulário comum da linguagem de hoje, também, chamada de biodiversidade. É um termo próprio para apresentar uma variedade de seres vivos, que podem ser animais ou vegetais existentes no planeta e tem também a ver com o ecossistema e com a diversidade genética. Nos meios científicos se pensa que a diversidade biológica é essencial, fundamental, para a sobrevivência da raça humana, uma vez que reúne a disponibilidade de matéria prima, alimentos, a proteção do solo, controle do clima e sustentabilidade do planeta. Com tanto tempo de vida e história, os cientistas ainda não sabem quantas espécies de animais e de vegetais existem no planeta. Já foram descobertas 1.4 milhões, mas por estimativa se chega à conclusão que deve haver, mais de 5 milhões. Os insetos e os animais invertebrados são as espécies mais numerosas, enquanto os animais maiores, os vertebrados, são os mais conhecidos. A maior parte dos animais vivos se acham nas florestas tropicais. Entendemos como tropical uma faixa que acompanha a linha do equador, 2% da superfície da terra formando um anel em torno da terra, na linha do equador, a área onde estão Brasil, México, Indonésia, as Ilhas de Madagascar. Estima-se que a cada dia 300 Km2 de florestas sãos eliminados da terra através de desmatamento, de queimadas, derrubadas sem controle para fabricar carvão, pelo avanço das terras de agricultura, pela urbanização sem controle e até pela poluição. Com isso, muitos animais e vegetais estão desaparecendo da terra, calcula-se ao redor de 1.000 espécies por ano, antes de serem descobertas e catalogadas pelos cientistas. O alarme está soando: A humanidade está destruindo seu habitat e se destruindo também. A vida na terra está, a cada dia, se tornando insuportável. O clima imprevisível, a temperatura aumentando, as geleiras se derretendo, os animais morrendo e o homem, o último da fila, vai desaparecer também se providências drásticas não forem tomadas a tempo. Há animais que migram de um lugar para outro a fim de encontrar condições de vida mais favoráveis, mais apropriadas à sua comodidade, enquanto o homem, formado à imagem de Deus, deixa de honrá-lo pela falta de obediência das leis da natureza, o que se caracteriza um desrespeito ao seu criador. Nossa civilização está criando situações que destroem os pilares da ecologia, nossos costumes e hábitos de vida estão em guerra com a natureza. As práticas que os homens fomentam, as condescendências a que descem, estão diminuindo rapidamente a resistência física da natureza e do próprio homem. Quanto mais distante do Éden, o lar original oferecido por Deus, mais degenerada vai se tornando a vida na terra. A única esperança de dias melhores está na educação de nosso povo nos verdadeiros princípios. Mas o melhor mesmo seria apressar a vinda de Jesus para nos levar ao lar eterno, porque, como sabemos, esta terra está condenada ao fogo da destruição. O apóstolo Pedro foi claro ao dizer que a terra e as obras que nela há, os elementos existentes, estão entesourados para o fogo e que ardendo se desfarão abrasados (II Ped.3:10-12). As orientações de Deus são a única salvaguarda contra os males que estão levando o mundo à destruição.

Quando pensamos friamente, a palavra destruição nos estarrece, porque ela está dentro dos planos de satanás. É seu objetivo destruir não só a terra mas os homens e os animais. No seu plano a terra deverá estar num estado de caos por ocasião da volta de Jesus. A terra não é mais um lugar seguro para se viver.

Estamos vendo no mundo os movimentos de Instituições, de Ongs, discutindo a diversidade biológica, a preservação do ambiente, mas sabemos que tudo será inócuo. “Pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! Então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida e de modo nenhum escaparão” (I Ped.5:3). O ideal seria o povo de Deus ter o senso da iminente destruição que se avizinha e preparar-se para estar a salvo no céu, na presença de Jesus. É uma questão de consciência ecológica também, afinal, é salvar a vida.

Oh! quem dera tivesse o povo de Deus o senso da iminente destruição de milhares de cidades, agora quase entregues à idolatria! Review and Herald, 10 de setembro de 1903.